Pesquisa de Mestrado – Flexibilidade Cognitiva no TEA

19/08/2026 16:56

Quem trabalha com crianças e adolescentes conhece bem essa cena: a criança que trava diante de uma mudança de rotina, que faz birra quando algo sai do esperado, que tem enorme dificuldade para aceitar um não ou se recuperar de um erro. Esse é um dos maiores desafios do dia a dia de escolas, clínicas e famílias, e afeta tanto crianças típicas quanto aquelas com TEA e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

Essa habilidade é conhecida como flexibilidade cognitiva, que envolve a capacidade de se adaptar a mudanças e ajustar o comportamento diante de situações novas. O problema é que, no Brasil, ainda não temos instrumentos adequados para avaliá-la com precisão.

É exatamente isso que minha pesquisa de mestrado em Psicologia busca resolver: adaptar e validar uma escala de flexibilidade cognitiva para o contexto brasileiro, com base em evidências científicas.

Link para participação: clique aqui

Quem pode participar: responsáveis por crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, típicos ou atípicos. O preenchimento leva menos de 20 minutos.

O estudo tem aprovação do Comitê de Ética e garante total sigilo dos dados. Essa ferramenta vai beneficiar diretamente as crianças e adolescentes que atendemos.